A discussão coletiva sobre o regulamento do home office

A realidade do universo empresarial se tornou ainda mais heterogênea com a pandemia que atingiu a todos neste ano. A partir dela, muitas empresas optaram por manter as suas equipes em regime de trabalho remoto. Esse movimento faz com que muitos negócios voltassem as suas atenções para o artigo 75-A da CLT, onde é tratado a modalidade de teletrabalho.

De acordo com especialistas, a tendência é que as empresas passem a utilizar o teletrabalho de forma usual, mesmo quando do término da pandemia, tendo em vista a redução de despesas.

Como essa é uma realidade nova, diversos pontos ainda são tratados como novos tanto para o colaborador como também para a empresa. Isso se deve pelo fato do teletrabalho, por muito tempo, ser um regime pouco utilizado. O que mudou drasticamente com a pandemia e as restrições sociais que a sociedade foi imposta nos últimos meses.

Confira alguns dos pontos que devem ser tratados entre o empregado e a empresa, para se evitar problemas e discussões futuras:

·      Atividades a serem desenvolvidas;

·      Controle de jornada, horário flexível ou controle por exceção;

·      Trabalho 100% virtual ou híbrido;

·      Despesas com equipamentos e manutenção;

·      Despesas com infraestrutura (rede Wi-Fi, energia, cadeiras e mesas);

·      Possibilidade de residir onde quiser;

·      Questões de saúde e segurança do trabalho;

·      Treinamentos e desenvolvimentos de forma virtual.

E tendo em vista que o teletrabalho deverá ser cada vez mais utilizado, as empresas devem tomar todas as cautelas necessárias, atendendo o que determina a CLT.

 

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